Display QHD de 5,5 polegadas é destaque no novo LG G3


  
A LG anunciou na tarde desta terça-feira (27) o lançamento do seu mais novo smartphone top de linha, o LG G3. A revelação ocorreu em um evento global realizado na cidade de Londres, na Inglaterra. Entre as principais características do produto, um dos destaques foi a tela, que conta com resolução QHD.
“Pensamos em uma tela mais vívida, que pudesse satisfazer o apetite dos consumidores”, destacou James Marshall, chefe de marketing da divisão mobile da LG. Durante a apresentação, o executivo destacou ainda aspectos técnicos da nova tela.
Segundo ele, a tela QHD (resolução de 2560x1440 pixels) atinge em uma tela de 5,5 polegadas uma densidade de pixels de 538 ppi. Um aparelho com resolução HD chegaria apenas aos 269 ppi enquanto uma tela Full HD teria 403 ppi de densidade. Na tela QHD cada pixel é 44% menor se comparado ao de uma tela Full HD.

Tela maior, aparelho nem tanto 

Para se chegar a uma tela de 5,5 polegadas, a LG precisou retrabalhar o design da parte frontal do produto. Com bordas mais finas, a empresa conseguiu com que 76,4% da frente do aparelho fosse ocupada pela tela, um aproveitamento considerável.
Mesmo as dimensões do produto estão muito mais próximas às de um smartphone com tela de 5,1 polegadas do que com as de um phablet com tela de 5,7 polegadas. Para ser mais exato, o aparelho tem 7,46 centímetros de largura.
Com tamanho e qualidade maiores, o consumo de bateria em tese aumentaria. Entretanto, a empresa optou por manter os mesmo 3.000 mAh de capacidade da versão anterior. O segredo para otimizar o desempenho e deixar tanto o G2 quanto o G3 com autonomias similares está no software.
O LG G3 conta com três recursos de otimização: adaptative frame rate, que indica a taxa de frames ideal para a exibição de uma imagem, poupando quando necessário; adaptative clocking, que calcula a capacidade de processamento necessária e economiza quando possível; e adaptative timing control, que controla o tempo de uso do display em sua resolução máxima.
 
Imagens

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Rasteira no Tinder e Facebook: Badoo permitirá "encontro" com seu match sem sair de casa

A retrocompatibilidade do Xbox One é um dos grandes esforços da Microsoft em suas plataformas de jogos, mas a Sony não considera isso tão útil assim. Embora os usuários do Xbox One possam desfrutar de um catálogo cada vez maior de jogos do 360, recentemente a empresa rival disse que esse recurso acaba sendo "não muito utilizado". Para tentar saber se a compatibilidade com versões anteriores vale a pena, o Ars Technica vasculhou os dados do Xbox Live e descobriu que um pequeno número de 1,5% de uso do Xbox One foi nos títulos compatíveis com versões anteriores. Menos de 2% de uso no Xbox One Dentre os 1,65 bilhões de minutos, os dados mostraram uma média de apenas 23,9 minutos de jogatinas na retrocompatibilidade por usuário do Xbox One, sendo que cada um gasta em média 1.529 minutos no console. As coisas não melhoram muito quando você olha para jogos individuais. O título mais avançado compatível com versões anteriores na amostra do Ars Technica, Call of Duty: Black Ops, foi jogado por três ou quatro de cada 1.000 usuários ativos do Xbox Live. Poder absoluto: Xbox Scorpio impressiona em vários teasers vazados antes da E3 Poder absoluto: Xbox Scorpio impressiona em vários teasers vazados antes da E3 5 Windows 07 Jun Sony não se mostra preocupada com sucesso do Nintendo Switch e ainda alfineta Xbox One Sony não se mostra preocupada com sucesso do Nintendo Switch e ainda alfineta Xbox One 12 Feiras e eventos 06 Jun As taxas de uso de jogos menos populares caem abruptamente, e nenhum outro título compatível com versões anteriores se classifica nos 100 melhores aplicativos do Xbox One em termos de usuários únicos totais. Considerando a metodologia usada, os dados não são concretos, e não consegue medir o quanto compatibilidade com versões anteriores influencia um usuário individual na sua decisão de compra. Resposta da Microsoft Após a publicação da declaração da Sony sobre o assunto, o Vice-presidente corporativo da plataforma de jogos da Microsoft, Mike Ybarra, se pronunciou em sua conta pessoal no Twitter para discordar. Seguir Mike Ybarra ✔ @XboxQwik Disagree. We want gamers to play the best games of the past, current, and future. It's what gamers have asked for. http://kotaku.com/sony-execs-slam-on-old-games-misses-the-appeal-of-the-c-1795825367?utm_medium=sharefromsite&utm_source=Kotaku_twitter … 11: 14 - 6 Jun 2017 Photo published for Sony Exec's Slam On Old Games Misses The Appeal Of The Classics Sony Exec's Slam On Old Games Misses The Appeal Of The Classics How much effort should today’s console makers put into keeping the classics in print and playable on modern hardware? There’s a lot of room for debate, but one PlayStation exec just weighed in with... kotaku.com 736 736 Retweets 1.831 1.831 favoritos Twitter Ads info and privacy Eu discordo. Queremos que os jogadores joguem os melhores jogos do passado, presente e futuro. É o que os jogadores pediram. Logo em seguida, um usuário respondeu essa declaração enviando a Ybarra um gráfico com os dados do Ars Technica. A isso, o executivo respondeu que se trata de uma "visão imprecisa". 6 Jun Lucky @LambentLucky @XboxQwik But few actually do... pic.twitter.com/XbYhq7Zn2H Seguir Mike Ybarra ✔ @XboxQwik @LambentLucky Scraping some data off servers gives an inaccurate view of what people do. 16: 07 - 6 Jun 2017 · Redmond, WA 56 56 Retweets 182 182 favoritos Twitter Ads info and privacy Levantar alguns dados de servidores dá uma visão imprecisa do que as pessoas fazem. E você, o que acha? A retrocompatibilidade faz alguma diferença real?

Além do pretinho básico: duas outras cores do Galaxy Note 8 vazam na web