Brasil deve atingir a marca de um computador por pessoa em 2016

Estimativa da FGV leva em conta tablets, desktops e notebooks.
 
Brasil deve atingir a marca de um computador por pessoa em 2016Tablets deixaram os números mais promissores no país. (Fonte da imagem: Reprodução/UOL)
A Fundação Getúlio Vargas publicou hoje a sua 24ª Pesquisa Anual do Uso de Tecnologia da Informação no mercado nacional e constatou que, até 2016, o Brasil deve registrar uma média de um computador por habitante, ou seja, 200 milhões de unidades ativas. Até o fim deste ano, a estimativa é que 118 milhões desses dispositivos estejam em uso no país, cerca de três pessoas para cada máquina.
A pesquisa da FGV levou em conta pela primeira vez o número de tablets vendidos no Brasil para compor as estimativas. Assim, além deles, notebooks e desktops também entram na conta. Para chegar a esses números, a instituição entrevistou 2,2 mil pessoas de 5 mil empresas diferentes.

Resultados de 2012

Além dessas estimativas para o futuro, a FGV também calculou os resultados do ano passado. Em 2012, as vendas de computadores para usuários domésticos cresceram 11%. Neste ano, devem aumentar em 13%.
Fora isso, as empresas gastaram mais com tecnologia em 2012 se o valor for comparado com o ano anterior. No ano passado, esse montante representou 7,2% de todo o faturamento delas. A expectativa é de que nos próximos anos o nível chegue a 8%.

Softwares preferidos

Não é surpresa para ninguém que o Windows é o SO preferido no mundo todo, e o mesmo acontece por aqui. Entre usuários domésticos, o sistema da Microsoft chega a abocanhar uma parcela de 98% do mercado. As variações do Unix (distribuições Linux e outros) marcaram 1% e os demais ficam com mais 1%. O cenário é um pouco diferente quando estamos falando de servidores. Nessa área, os sistemas baseados no Linux chegam a 18% de todo o mercado.
A penetração dos softwares para produtividade também foi medida pela FGV. De acordo com a pesquisa da instituição, o Microsoft Office está em 92% dos computadores residenciais e empresariais brasileiros. A linha X Office possui 7% e os demais marcam 1%.
Fonte: FGV, G1

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