Novo Chromebook da Samsung sofre benchmarks de navegação

Aparelho que custa US$ 249 não surpreende pelo potencial de processamento, mas oferece uma experiência funcional, tendo como vantagem o preço e o tempo de boot.
 
(Fonte da imagem: Divulgação/Google)
Na semana passada, a Google anunciou um novo modelo para a linha Chromebook, o qual é fabricado pela Samsung e custa US$ 249 (R$ 505, sem impostos e taxas de importação). Confira as principais especificações técnicas do aparelho abaixo:
  • Tela de 11,6 polegadas com resolução de 1366x768 pixels;
  • Processador Exynos 5 Dual ARM;
  • 2 GB de memória RAM;
  • 16 GB de armazenamento interno (aceita cartões SD);
  • 0,8 polegadas de espessura e peso de 1,1 kg;
  • Reproduz vídeos em Full HD (1080p);
  • Duas entradas USB (2.0 e 3.0) e uma saída HDMI;
  • Conectividade Bluetooth 3.0 e Wi-Fi;
  • Mais de 6,5 horas de bateria.
O pessoal do Liliputing teve a oportunidade de testar a novidade da gigante de Mountain View e aproveitou para realizar alguns benchmarks. Os testes realizados foram os mesmos que a equipe do site aplicou no Samsung 550 (que possui um processador Celeron) e no Acer Aspire V5 (dotado de uma CPU Intel Core i5).
Os softwares usados para comparar o desempenho dos laptops foram o Peacekeeper (quanto maior o resultado, melhor) e o SunSpider (valores mais baixos são melhores). Em ambos os feedbacks, o novo Samsung Chromebook ficou com a última colocação, como você pode conferir nas imagens da galeria abaixo.
Ampliar (Fonte da imagem: Reprodução/Liliputing)
Contudo, a novidade da Google teve a inicialização mais rápida e é cerca de US$ 500 mais barata que os outros dois “concorrentes”. O autor da matéria ainda comentou que usou o Chromebook para publicar textos, realizar pesquisas, assistir a vídeos e mais, deixando mais de uma dúzia de abas abertas.
O desempenho percebido por ele foi o mesmo que de um notebook convencional, revelando a funcionalidade e a “leveza” do sistema operacional — algo indispensável para um aparelho com hardware um tanto quanto limitado.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Rasteira no Tinder e Facebook: Badoo permitirá "encontro" com seu match sem sair de casa

A retrocompatibilidade do Xbox One é um dos grandes esforços da Microsoft em suas plataformas de jogos, mas a Sony não considera isso tão útil assim. Embora os usuários do Xbox One possam desfrutar de um catálogo cada vez maior de jogos do 360, recentemente a empresa rival disse que esse recurso acaba sendo "não muito utilizado". Para tentar saber se a compatibilidade com versões anteriores vale a pena, o Ars Technica vasculhou os dados do Xbox Live e descobriu que um pequeno número de 1,5% de uso do Xbox One foi nos títulos compatíveis com versões anteriores. Menos de 2% de uso no Xbox One Dentre os 1,65 bilhões de minutos, os dados mostraram uma média de apenas 23,9 minutos de jogatinas na retrocompatibilidade por usuário do Xbox One, sendo que cada um gasta em média 1.529 minutos no console. As coisas não melhoram muito quando você olha para jogos individuais. O título mais avançado compatível com versões anteriores na amostra do Ars Technica, Call of Duty: Black Ops, foi jogado por três ou quatro de cada 1.000 usuários ativos do Xbox Live. Poder absoluto: Xbox Scorpio impressiona em vários teasers vazados antes da E3 Poder absoluto: Xbox Scorpio impressiona em vários teasers vazados antes da E3 5 Windows 07 Jun Sony não se mostra preocupada com sucesso do Nintendo Switch e ainda alfineta Xbox One Sony não se mostra preocupada com sucesso do Nintendo Switch e ainda alfineta Xbox One 12 Feiras e eventos 06 Jun As taxas de uso de jogos menos populares caem abruptamente, e nenhum outro título compatível com versões anteriores se classifica nos 100 melhores aplicativos do Xbox One em termos de usuários únicos totais. Considerando a metodologia usada, os dados não são concretos, e não consegue medir o quanto compatibilidade com versões anteriores influencia um usuário individual na sua decisão de compra. Resposta da Microsoft Após a publicação da declaração da Sony sobre o assunto, o Vice-presidente corporativo da plataforma de jogos da Microsoft, Mike Ybarra, se pronunciou em sua conta pessoal no Twitter para discordar. Seguir Mike Ybarra ✔ @XboxQwik Disagree. We want gamers to play the best games of the past, current, and future. It's what gamers have asked for. http://kotaku.com/sony-execs-slam-on-old-games-misses-the-appeal-of-the-c-1795825367?utm_medium=sharefromsite&utm_source=Kotaku_twitter … 11: 14 - 6 Jun 2017 Photo published for Sony Exec's Slam On Old Games Misses The Appeal Of The Classics Sony Exec's Slam On Old Games Misses The Appeal Of The Classics How much effort should today’s console makers put into keeping the classics in print and playable on modern hardware? There’s a lot of room for debate, but one PlayStation exec just weighed in with... kotaku.com 736 736 Retweets 1.831 1.831 favoritos Twitter Ads info and privacy Eu discordo. Queremos que os jogadores joguem os melhores jogos do passado, presente e futuro. É o que os jogadores pediram. Logo em seguida, um usuário respondeu essa declaração enviando a Ybarra um gráfico com os dados do Ars Technica. A isso, o executivo respondeu que se trata de uma "visão imprecisa". 6 Jun Lucky @LambentLucky @XboxQwik But few actually do... pic.twitter.com/XbYhq7Zn2H Seguir Mike Ybarra ✔ @XboxQwik @LambentLucky Scraping some data off servers gives an inaccurate view of what people do. 16: 07 - 6 Jun 2017 · Redmond, WA 56 56 Retweets 182 182 favoritos Twitter Ads info and privacy Levantar alguns dados de servidores dá uma visão imprecisa do que as pessoas fazem. E você, o que acha? A retrocompatibilidade faz alguma diferença real?

Além do pretinho básico: duas outras cores do Galaxy Note 8 vazam na web