Como a Samsung quer dominar o mercado de celulares e tablets [infográfico]

Uma das maiores empresas de tecnologia do mundo está pronta para embarcar em mais mercados.
 
Infográfico - Como a Samsung quer dominar o mercado de celulares e tablets [infográfico]        

Atualmente, é praticamente impossível encontrar um segmento de aparelhos eletrônicos que não possua ao menos um modelo fabricado pela Samsung a disputar espaço na liderança. A empresa sul-coreana vem agindo em diversas áreas diferentes e conquistando êxito na maioria delas — vale lembrar que ela é líder nos mercados de televisores e celulares, por exemplo.
E, por falar em celulares, é difícil não perceber que a empresa da Coreia do Sul está buscando formas de atingir todos os mercados possíveis. Com modelos que vão desde os que podem ser considerados econômicos — e que custam menos de R$ 400 — até os mais dispendiosos, que ultrapassam a casa dos R$ 2.000, confira agora um pouco mais sobre esse domínio.

Galaxy: o império Android

Entre os aparelhos com o sistema operacional Android, é possível encontrar modelos que custam R$ 399 (como o Galaxy Y) e conseguem desempenhar algumas funções interessantes — apesar de não rodar os aplicativos mais pesados com facilidade. Do outro lado da tabela, temos o Galaxy S4 (R$ 2.099), que não conhece aplicativos pesados demais para ele.
Como a Samsung quer dominar o mercado de celulares e tablets [infográfico] (Fonte da imagem: Divulgação/Samsung)
Entre essas duas faixas de preço, ainda há uma grande quantidade de aparelhos que poderiam ser citados — Galaxy Young, Fame, S3 e S3 mini, por exemplo. Isso deixa a Samsung presente em praticamente todos os mercados de smartphones, trazendo ainda opções que utilizam mais de um chip para quem precisa alternar entre diferentes planos e operadoras.
Como a Samsung quer dominar o mercado de celulares e tablets [infográfico] (Fonte da imagem: Reprodução/Which.co)
Um fato que precisa ser observado: a família S4 possui quatro modelos diferentes confirmados (S4, S4 Zoom, S4 Active e S4 mini) e mais um modelo a ser comercializado com o Android mais puro (S4 Nexus). Será que isso não pode resultar em uma competição interna muito grande, capaz de atrapalhar as vendas de um ou outro aparelho da empresa?

Tablets também estão presentes

Atualmente, a Samsung trabalha também com tablets de ótima qualidade em seu catálogo. Os principais a ainda estarem em circulação são os Galaxy Tab 2 de 7 e 10 polegadas, que possuem valor mais baixo do que os iPads aqui no Brasil. Além deles, é bem provável que o Galaxy Tab 3 chegue ao mercado brasileiro em alguns meses, com preços que ainda não foram revelados pela Samsung.
Como a Samsung quer dominar o mercado de celulares e tablets [infográfico] (Fonte da imagem: Divulgação/Samsung)

Phablets: o meio do caminho

Quem não sabe se precisa de um tablet ou de um smartphone pode optar por phablets, que são aparelhos de tamanho intermediário. Atualmente, a Samsung possui cinco modelos diferentes no mercado internacional — Note, Note 2, Note 8.0 e Note 10.1 já estão no mercado brasileiro, mas o Mega ainda não chegou por aqui.

ATIV: a Samsung também usa Windows

Não é só de Galaxy que está vivendo a Samsung. A empresa também está voltando a investir em aparelhos com o sistema operacional Windows 8. No último dia 20 de junho, a empresa sul-coreana aproveitou um evento para anunciar seus novos aparelhos, e nisso estavam inclusos dois tablets que prometem movimentar o mercado internacional: ATIV Q e ATIV Tab 3.
Como a Samsung quer dominar o mercado de celulares e tablets [infográfico] (Fonte da imagem: Divulgação/Samsung)
O ATIV Tab 3 será bem parecido com os modelos Galaxy Tab, mas o ATIV Q promete uma revolução no mercado. Este tablet é na verdade um híbrido capaz de oferecer teclado físico, caneta S Pen e vários outros recursos para os consumidores em uma tela de 13 polegadas. Ainda não são conhecidos os preços de nenhum dos aparelhos mencionados.
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Como você pode perceber, a Samsung está mesmo trabalhando para fazer com que todas as faixas de mercado sejam atendidas por seus aparelhos. Você concorda com esses métodos ou pensa que as empresa coreana deveria trabalhar mais especificamente em algum nicho?

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